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A deusa das flores

Por Antonio Noberto

A sociedade contemporânea tem características consideradas bastante exóticas se comparada às demais. A partir do período Industrial (1750 – 1950 – arredondando as datas) passou a existir, por exemplo, a figura do desempregado. Antes, nos ofícios, na sociedade agrária, trabalhava-se no próprio espaço onde se habitava. O deslocamento diário para a jornada de trabalho, a ida e a volta, que atualmente não raro culmina em grandes engarrafamentos de veículos nas vias urbanas, àquela época, na Sociedade Industrial, ao final da jornada, os trabalhadores voltavam para casa, mas a empresas continuavam com todo o seu patrimônio retido no prédio da fábrica. O valor da empresa estava nos insumos, especialmente, no maquinário e na matéria-prima, e naquilo que foi produzido. Nestes tempos digitais, do computador e do homo conectus, em que os valores e demandas da sociedade migraram, as empresas de tecnologia não mais retêm seu patrimônio ao fim da jornada, pois o mesmo vai embora diariamente quando os colaboradores deixam o serviço, e retornam no dia seguinte. O valor da empresa, portanto, passou a ser medido pelo grau de tecnologia e, principalmente, pela competência e pelo nível de conhecimento do seu staff.

Todo este exórdio, confreiras e confrades, senhoras e senhores, tem a finalidade de abrirmos a cortina para acessarmos uma história bonita, singular, quase uma odisséia, repleta de detalhes emocionantes que, tenho certeza, tem um pedacinho de cada um dos presentes. A trajetória de Clores Holanda é marcada pelo amor, carinho, sucesso e pela competência, porém, de uma luta constante, onde o líquido e certo nem sempre era tão líquido e tão certo, visto que ela viveu a aridez da dureza da vida. Clores viu e sentiu na pele – no dizer do meu patrono Augusto Tasso Fragoso – “os travos da injustiça humana”. Mas, repetindo o imperador Júlio Cesar, hoje ela pode dizer: “Vim, vi e venci”.

Clóris é, segundo a mitologia grega, a ninfa dos campos, a deusa das flores e da primavera. Em Roma era chamada de Flora, possuindo o mesmo significado.

Nosso discurso, como visto, é muito atrativo, colorido, perfumado, gostoso de discorrer, mas sabemos que nem tudo são flores, até porque a primavera não dura o ano inteiro. Além de não ser um mar de rosas a vida é um intenso combate, renhido às vezes, que nossa historiadora e empossanda soube com maestria levar a bom termo.

O grande maranhense Humberto de Campos, nascido em Miritiba, lugar que hoje recebe o seu nome, em sua obra Destinos (OPUS EDITORA LTDA. 1983), certa vez nos contou a história de um gênio que, passando pela terra encontrou dois beduínos no deserto da Arábia, quando lhes deu, além de alguns palmos de terra em um oásis, a um, um saco de ouro, ao outro um saco de estrume. Ao voltar no ano seguinte, o gênio observou que o homem que recebeu o saco de ouro continuava com seu ouro. O que recebeu o saco de estrume possuía um jardim, todo coberto de flores. Humberto de Campos finaliza dizendo que “A sabedoria humana…, consiste não na conservação das coisas boas que recebemos, mas em transformar em coisas boas as más coisas que o céu nos dá”.

Esta estória, você perceberá, não é, nada mais, nada menos que o resumo da vida da nossa homenageada. Que não encontrou um mundo pronto, cercadinho, bonitinho, mas, impulsionada pela inquietação – comum aos vencedores, aos espíritos evoluídos e bons pesquisadores – e pelas palavras do apóstolo Paulo de Tarso, que, escrevendo aos romanos os admoestava: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12:2). Todo este nhenhenhém você verá ao final, que muito diz respeito a Clores Holanda Silva.

Comecemos, então…

Inesquecível aquele 30 de novembro de 1979. Aos 19 anos, saindo da adolescência, portanto, muito insegura e com as pernas trêmulas, Clores deixou a residência na Rua de Santaninha e pegou o coletivo na Praça Deodoro. Seu destino era a sala do reitor da UFMA, professor José Maria Cabral Marques, para uma entrevista de primeiro emprego. Aquele tormento infernal, um estado de nervos que parecia lhe dizer que aquele recinto era certamente uma câmara de gás de um campo de concentração, só terminou quando ela adentrou ao local e o reitor, com toda a simpatia do mundo, chamou-a de criança. Ela respirou fundo, descontraiu, o chão retornou e tudo acabou dando certo.

O primeiro labor foi como arquivista no prédio que conhecemos como CEB Velho. Deu nova cara aos amontoados de pilhas de papéis. Racionalizou o lugar. E como nem tudo está tão bom que não possa melhorar (tenho certeza que todos aqui já ouviram o contrário desta frase, mas lembrem que estamos falando de Clores Holanda, que é extremamente positiva, pensa positivo e as coisas sempre dão certo), ela fez um curso de Documentação e Arquivo, um perfeito divisor de águas, que lhe deu um upgrade na carreira (permita-me o estrangeirismo). Imagine só, uma pessoa alegre e feliz, autodidata, criativa, apaixonada pelo que faz, que ainda por cima recebe um curso que tem tudo a ver com a sua personalidade e pretensão…. O que isto poderia resultar? Em trabalho bem feito, é claro! E trabalho bem feito, é sabido, sempre atrai a atenção das outras pessoas – para o bem e para o mal. Uma de suas características é nunca esperar cobrança do gestor, sempre se antecipando aos fatos. Observada por todos, não demorou muito para ser “confiscada” por outro setor mais destacado.

Tentou algumas vezes o vestibular para o curso de Medicina, e nada! Em um deles faltou só um pontinho. E depois, influenciada pelo irmão historiador Nacor Holanda Silva, investiu em Licenciatura em História e obteve, enfim, em 1985, a glória da aprovação. Hoje, Clores é graduada e pós-graduada em História pela Universidade Federal do Maranhão, além de ter iniciado mestrado em Franca-SP, mas o infortúnio da perda de um dos irmãos, trouxe-a de volta ainda nos primeiros meses do curso. Em 2005 concluiu especialização em Gestão de Arquivos, também pela UFMA. Publicou diversos artigos e livretos, geralmente ligados à administração da UFMA e ao Palácio Cristo Rei. Entre eles: Histórico do Palácio Cristo Rei (2005); Os significados e usos das vestes talares na Universidade Federal do Maranhão (2011); A bandeira da Universidade Federal do Maranhão (2011); Os reitores da Universidade Federal do Maranhão – Gestão Pedro Neiva de Santana – 1967-1968 (2011), dentre outros.

Nossa confreira – já posso chamá-la assim – é esta pessoa competente, de valor, que conhecemos. É totalmente dedicada e devotada ao trabalho, como é sabido pela maioria dos presentes. É romântica, agregadora e de incontáveis virtudes. Sempre solicitada, vez que tudo faz com singular amor e competência.

Senhoras e senhores, quem quiser saber mais sobre a vida profissional da nossa empossanda está convidado (a) a tomar um cafezinho com ela. Você vai ter muito a ouvir, a ficha é extensa. Ou poderá dar uma espiadinha no curriculum dela, que ficará à disposição no IHGM, pois agora vamos nos ater ao momento que moldou a personalidade gostosa, alegre, jovial, descontraída e vitoriosa da nossa estimada noviça confreira.

Meus avôs diziam que nunca se deve perguntar ou falar a idade de uma dama, por isso, digo que Clores tem um pouco mais de primaveras que este que vos fala e bem menos que nossos confrades Vavá Melo e Aimoré Alvim. Ela nasceu em Presidente Dutra – MA, “quando o sino batia as 18h30”, no dizer da sua adorável mãe. É a antepenúltima de uma família de dez irmãos. Usou azul e branco até aos sete anos, quando também cortou o cabelo – foi promessa materna! Boas lembranças são as roupas rodadas, o branco, o azul, a escola e os colegas, a fartura na mesa, o aconchego da mãe e dos irmãos. Seus pais Geraldo Holanda Cavalcante e Maria Nazaré Gomes Holanda Cavalcante, conhecida por Zazá Holanda, ambos falecidos, foram seus balizadores. Na verdade os pais de Clores foram obrigados a casar porque, em um baile, ele deu um beijo na boca da mãe dela. Isto passado apenas três dias daquela “imoralidade”. Beijar na boca já foi coisa muito grave. Se ainda hoje cada beijo resultasse em um casamento tenho um parente que, de cada balada, voltaria com umas dez sogras.

Dona Zazá amava Clores a mais da conta, tanto amor materno transpôs décadas e chegou aos nossos dias na forma de um olhar sereno e um sorriso alegre, que fala muito daquela infância bem vivida. Seu maior sonho era usar roupa encarnada. Desejo inesquecível. Na cidade natal estudou no Convento, que era uma escola de freiras, a melhor da cidade. Era muito sapeca. Brigava com a irmã, pois tinha ciúmes dela. A luz apagava as dez da noite, ocasião em que aproveitava para brincar de roda à luz da lua com seus belos cabelos cacheados.

O pai dava uma vida confortável aos filhos e a toda a família, viviam tranqüilos naqueles anos sessenta. A fartura era tanta que, para agradar a todos os filhos, cada um ganhava uma melancia. Mas, como falamos acima, a primavera não dura o ano inteiro. E o certo e líquido, foi deixando de ser tão certo e tão líquido, quando a política, felicidade de uns e tristeza de outros, mostraria sua face perversa àquele clã alegre e feliz. Seu pai, por esses revezes da vida, perdeu o tabelionato, e ficou abalado emocionalmente. O apoio outrora constante de amigos e parentes se tornou escasso. A família migrou para Santa Inês. Nada melhorou. No ano seguinte retornaram a Presidente Dutra sem o triunfo pretendido. A mãe colocou comércio. Aos doze anos Clores foi estudar em Aracaju, capital de Sergipe. O pai faleceu no ano de 1975. Nesse período os irmãos mais velhos já ajudavam no sustento da família. Entre eles destacou-se Pergentino, que se tornou jornalista e foi o pai de todos. Naquele mesmo ano do passamento do pai, trouxe a família para São Luís. Clores se tornou bolsista no colégio Santa Tereza. Depois estudou no colégio MENG.

Clores rima com UFMA, vez que praticamente toda sua vida profissional e acadêmica foi nesta instituição de ensino superior. Sempre teve medo de alma, mas adora cemitério, “lugar de paz”, diz com certa empolgação no rosto. Qualquer semelhança comigo não é mera coincidência. A diferença é que não tenho medo de alma. A missão dela é cuidar da irmã e da família. Considera o horário do almoço uma hora sagrada. Foi feliz duas vezes. Teve dois amores. Sua frustração é não dirigir, tem um carro que fica parado na garagem, mas prefere andar de ônibus.

É mãe e cúmplice da jovem e bonita Marcella Holanda Mendes, formada em Design de interiores e graduanda em Administração no UNICEUMA. Ela diz com olhar de mãe coruja – “Marcella é a razão da minha vida!”.

Vou ficando por aqui, até porque o patrono de Clores é um vulto gigante, que demanda muito tempo para apresentá-lo. Mas não poderia deixar de dizer que se a vida dela teve grandes percalços ou não foi um “perfeito mar de rosas”, ao menos agora ela pode cantar como Edith Piaf: Non, rien de rien, non, je ne regrette rien. Ni le bien qu’on m’a fait. Ni Le mal. Tout ça m’est bien égal – “Não, nada de nada! Eu não lamento nada. Nem o bem que me fizeram. Nem o mal. Tudo isso tanto faz!”. Portanto, minha amiga e confreira, pela competência, simplicidade, amor, serenidade, ternura, devoção, alegria e vitória é que o teu jardim está tão florido. Por tudo isto, pelo majestoso amor ensinado por Dona Zazá, a boa criação, providência e carinho dos irmãos, é que você exala o bom perfume. Puseram-te o nome Clores profetizando, quem sabe, que um dia você seria A deusa das flores. Por isso, em nome de todos os confrades e confreiras desta casa de Antonio Lopes, convido-te a entrar neste Instituto. Embeleze-o e perfume-o ainda mais.

Muito obrigado!

Antonio Noberto, Cadeira 43 – Augusto Tasso Fragoso.


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Veja a lista de aprovados em concurso para defensor público

A Defensoria Pública do Estado divulgou o resultado da avaliação de títulos e o resultado final do IV Concurso Público para Ingresso na Classe Inicial da Carreira de Defensor Público.

O edital pode ser acessado nos sites do Cespe/UnB www.cespe.unb.br/concursos/DPEMA2011 e da Defensoria Pública www.dpe.ma.gov.br

As respostas aos recursos interpostos contra o resultado provisório na avaliação de títulos estão à disposição dos candidatos no endereço eletrônico do Cespe.

Os defensores aprovados serão empossados no final de abril e lotados, preferencialmente, nas comarcas do interior do estado, conforme ordem de classificação no concurso.


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Ministério Público Federal move ação contra Secretaria comandada por Victor Mendes

Quase todas as praias de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar estão impróprias para banho

Secretário de Meio Ambiente, Victor Mendes (PV)

Secretário de Meio Ambiente, Victor Mendes (PV)

O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) moveu ação civil pública para que a Justiça Federal obrigue a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) a promover ampla divulgação das condições de balneabilidade das praias dos municípios de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar.

A medida visa resguardar a saúde da população com a sinalização dos trechos impróprios para o banho. Segundo o MPF,  como São Luís e as cidades em seu entorno não possuem sistema de tratamento de esgotos adequado, a maioria das praias e corpos hídricos estão contaminados.

A situação de poluição já foi reconhecida pela Justiça Federal, em sentença que condenou a Companhia de Saneamento Ambiental (Caema) a promover a despoluição das praias e corpos hídricos mediante a implantação de sistema adequado de tratamento de esgoto. A obrigação, porém, não foi atendida e a sentença hoje se encontra em fase de execução.

Para reiterar a condição de poluição, o MPF solicitou ao analista em biologia da Procuradoria da República no Maranhão, que analisasse os dados relativos à balneabilidade coletados pela Sema no ano passado. No laudo técnico, ele afirmou que “as atuais condições de balneabilidade estão relacionadas ao lançamento de efluentes sem tratamento adequado em rios, lagos e na faixa de praias. Na Bacia do Rio Bacanga, 68,8% do esgoto não é ligado à rede pública. Desses, o destino de 50,5% são fossas e 41,5% são fossas e valas a céu aberto”.

Ainda, ao analisar os dados, verificou-se o predomínio das condições impróprias para banho em repetidos pontos intensamente frequentados pela população local.

Como se observa, a Secretaria de Meio Ambiente não realiza seu papel

Como se observa, a Secretaria de Meio Ambiente não realiza seu papel

Os pontos de piores condições de balneabilidade são na Praia Ponta D’areia, ao lado do Forte Santo Antonio; na Praia de São Marcos, em frente à praça de apoio ao banhista e ao Hotel Brisa Mar, na Praia do Calhau, na Foz do Rio Calhau e em frente à Pousada Tambaú e na Praia do Olho d’água, à direita da Elevatoria Pimenta I.

Como não há sinalização e a população segue desinformada sobre os riscos do banho em locais contaminados, o MPF então encaminhou a ação à Justiça, requisitando a ampla divulgação das condições de balneabilidade das praias dos municípios da Ilha, inclusive com a aposição de placas nas praias.

Entre os pedidos, o MPF quer que o governo do Estado seja obrigado a promover, no prazo de 15 dias, a divulgação das condições de balneabilidade das praias de São Luís, mediante a publicação das informações em jornais de circulação estadual e a sinalização por meio de placas que especifiquem as condições de banho e alerte sobre pontos impróprios, com esclarecimento sintético dos riscos à saúde.

Além disso, o MPF quer providências da SEMA quanto aos trechos de praia onde for verificado o lançamento direto de esgotos, a serem identificados em 30 dias pela Sema. 

 


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Poder

Marcos Play é envolvido em polêmica no caso de prostituição no Piauí

Deputado Marcos Caldas, o "Play"

Deputado Marcos Caldas, o "Play"

Apontado como o contratante do escritório do advogado Ronaldo Ribeiro, de São Luís, para defender Nayra Veloso no caso Fernanda Lages, o deputado estadual Marcos Calda, o Marcos Play [foto à esquerda], desafiou que apontem qualquer ligação sua com o advogado, com Nayrinha ou com rede de prostitutas de luxo.

“Nunca tive e não tenho qualquer ligação com essa moça. Não tenho o telefone dela e ela não tem o meu. Já me frescaram muito com essa história (ligação com prostituição), mas eu não tenho nada com isso. Se eu vê-la, não sei quem é”, disse Marcos Play, pelo telefone, ao Portal AZ.

Vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado estadual Marcos Play deverá assumir o governo daquele Estado por dez dias, em função da viagem da governadora Roseana Sarney para os Estados Unidos e impedimento do presidente do legislativo, que tem a filha como candidata à prefeitura de Colinas e o presidente do Tribunal de Justiça, a mulher candidato no interior.

Fernanda Lages (esq.) e Nayrinha, presa a pedido da PF

Fernanda Lages (esq.) e Nayrinha, presa a pedido da PF

Reafirmando que é assíduo visitante de Teresina (“sou nascido em Brejo, à beira do Parnaíba”), com quem tem muitos amigos, Marcos Caldas disse que conheceu a estudante Fernanda Lages, morta em agosto de 2011, mas não tinha aproximação dela.

Prostituição – Sobre uma suposta rede de prostituição envolvendo políticos do Maranhão e Piauí, com mulheres recrutadas em Teresina, Marcos Play disse que renuncia ao mandato se comprovarem seu envolvimento.

“Eu desafio mostrarem alguma gravação minha ligando para cafetina”.

Em Teresina as presença de Marcos Caldas em baladas sempre foi comentada, devido a ostentação nos eventos, sempre acompanhado de muitas mulheres.

Uma amiga de Nayrinha chegou a revelar que ela sempre usava carro do deputado, com motorista, para recepciona-lo no aeroporto, em companhia de várias mulheres.

“Inúmeras vezes as amigas foram me receber, gosto muito de Teresina”. ( Com informações do Portal AZ)


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Veja a lista dos 50 candidatos 'ficha-suja' do Maranhão

A Presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), desembargadora Anildes Cruz, divulgou na tarde desta quinta-feira, 22, a  lista de candidatos que tiveram suas contas de campanha desaprovadas nas últimas eleições.

A maioria dos políticos barrados pela Lei da Ficha Limpa no Maranhão foram condenados por improbidade administrativa, ou seja, por atos de corrupção enquanto ocupavam cargos públicos. Outros políticos fichas-sujas se envolveram em casos de corrupção –como o mau uso do dinheiro, por exemplo. Candidatos foram barrados pela lei porque tiveram contas desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aprovará apenas os candidatos que estiveram com suas contas eleitorais de forma que seja aprovado as exigências nas eleições deste ano. Veja abaixo a lista completa:


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Carro de pecuarista de Imperatriz é encontrado em matagal

São cada vez mais fortes os indícios de crime por encomenda, após a Polícia encontrar em um matagal na manhã desta quinta-feira, 22, a camionete de modelo F-250, de cor prata, do agropecuarista Braz Josias Cabrini de Imperatriz que está desaparecido desde a última terça-feira (20).

Por volta das 11h, a polícia localizou a caminhonete na estrada vicinal que liga ao povoado Água Viva, próximo a Divinópolis.

Informações dão conta de que o empresário teria sido visto na manhã de terça feira, 20, em um posto de combustível na cidade de Entroncamento. Segundo familiares, o pecuarista chegou a entrar em contato no mesmo dia, onde afirmou estar na companhia de um amigo. Antes mesmo de o empresário desaparecer, foi realizado um saque da conta bancaria no valor de 68 mil reais.

De acordo com a Polícia, até o momento foram ouvidos o gerente da agência bancária e alguns parentes do pecuarista. O caso segue com a investigação da equipe do Serviço de Inteligência.


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MP de regularização do pagamento dos servidores de Godofredo Viana

O Ministério Público do Maranhão, por meio da Promotoria de Justiça de Cândido Mendes, ajuizou no dia 21, quarta-feira, Ação Civil Pública de Execução de Título Extrajudicial contra a prefeita de Godofredo Viana, Maria da Conceição dos Santos Matos, para obrigá-la a regularizar o pagamento dos salários dos servidores municipais, que em alguns casos estão atrasados em até cinco meses. Godofredo Viana é termo judiciário da comarca de Cândido Mendes.

O autor da ação, o promotor de Justiça Gabriel Sodré Gonçalves, pede à Justiça a aplicação de multa no valor de R$ 142 mil contra o município de Godofredo Viana pelo descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado em setembro de 2011, em que este se comprometia a efetuar o pagamento de todos os servidores municipais até o dia 10 de cada mês.

De acordo com o TAC, que sucedeu a outros termos assinados em anos anteriores e igualmente descumpridos pela prefeitura de Godofredo Viana, foi estipulado o pagamento de multa diária no valor de R$ 1 mil em caso de novo descumprimento. Até a data do ajuizamento da Ação Civil o valor da punição chegou a R$ 71 mil. Como a Prefeitura de Godofredo Viana é reincidente, o valor foi dobrado, atingindo o total de R$ 142 mil, que deverá ser revertido em benefício do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.

A Ação Civil Pública requer ainda, em caráter liminar, que a Prefeitura de Godofredo Viana regularize em um prazo de 48 horas o pagamento de todos os servidores municipais, efetivos e contratados.


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Crianças da zona rural de Chapadinha sofrem com a condição do ônibus escolar

Chapadinha Anúncios

Prefeita de Chapadinha esquece a educação do município

Prefeita de Chapadinha esquece a educação do município

Alunos do Povoado Baixão (3 km da cidade) e outros circunvizinhos estariam a 3 dias sem aula por conta das péssimas condições do ônibus escolar que seria de propriedade do esposo da presidente da Câmara, vereadora Márcia Gomes, conforme relata os moradores indignados.

No vídeo gravado nesta terça (20), uma das mães fala sobre o risco de vida que seus filhos estariam vulnerável pelos constantes problemas mecânico. Ela comenta que o esposo da vereadora, “Chico da Márcia”, não teria gostado das cobranças dos país, dizendo que a revolta teria fundo político, mas a mesma desabafou quanto a preocupação das famílias não com a politicagem e sim com a vida de seus filhos.

Os pais não aceitam mais que seus filhos sejam transportados pelo ônibus em questão. Os professores também estariam revoltados pelos contratempos e angústia dos alunos e pais. “Se o último problema mecânico estivesse ocorrido em alguma ladeira, iria resultar numa tragédia”, reflete uma das mães.

Tudo isso se deve pela má administração pública de nossa cidade que beira ao colapso. Milhões são anualmente jorrados em Chapadinha para proporcionar o pleno direito à Educação, mas tudo fica esbarrado nas prestações de contas que escondem a 7 chaves.


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Polícia prende acusado de assassinar peruana em São Luís

Homem acusado pela morte da peruana

Homem acusado pela morte da peruana

Foi preso na noite de ontem, 21, pela polícia o principal acusado pela morte da peruana que foi brutalmente assassinada em São Luís.

A peruana foi achada morta na manhã de ontem, 21,  em sua residencia, localizada no bairro Santa Clara. O bandido levou da vitima que foi estrangulada,  a quantia de R$ 5.200, três celulares e um notebook. Segundo os peritos, ela teria sido estrangulada e levou trinta perfurações.

De acordo com a Polícia, durante o depoimento, o acuso chegou a entrar em contradições.

 


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Maranhão é escolhido como melhor destino turístico de 2011

lençois maranhenses

lençois maranhenses

O Estado do Maranhão, que retomou sua nova fase no turismo ano passado com o Plano Maior2020, foi indicado para o Prêmio Os Dez Mais do Turismo como Melhor Destino Turístico de 2011. O evento, que acontece há mais de vinte anos, é realizado pelo Grupo Travel News e aponta avanços e inovações do setor. A cerimônia de premiação acontece dia 26 de Abril no Hotel Royal Palm Plaza, em Campinas.

A avaliação do premio levou em conta a beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, a delicadeza arquitetônica de São Luís, cidade que este ano completa 400 anos de fundação, além da raridade do complexo da Chapada das Mesas com destaque para o poço azule cachoeira de Santa Bárbara e as delícias gastronômicas (como o arroz de cuxá e o doce de cupuaçu).

Outro diferencial apontado pelo Grupo Travel News comodestino reconhecidamente completo, é a rede hoteleira, com equipamentos de primeiro mundo, belezas naturais incomparáveis, atendimento qualificado e produtos e serviços diferenciados.


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