Brasil

Lula completa 1º etapa para tratamento contra câncer

Do G1

Lula e esposa

Lula e esposa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu ontem sábado, 5, a primeira etapa do tratamento contra um câncer na laringe.

Na tarde de ontem, ele recebeu em sua casa, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a equipe médica que retirou a bolsa de infusão, ligada a um catéter, que injeta na veia doses de remédios.

Lula foi recebido pelos médicos Roberto Kalil Filho, Paulo Hoff, Artur Katz, além do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A primeira fase do tratamento foi iniciado na segunda-feira (31) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele recebeu alta na terça-feira (1º) e passou pelo resto do tratamento em casa.

A segunda fase do tratamento será iniciado por volta do dia 21 de novembro (três semanas após o início da primeira fase).


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Maranhão

Delegada substituirá Nordiman Ribeiro na Delegacia Geral da Polícia Civil

Nordman Ribeiro

Nordman Ribeiro

Maria Cristina Resende Meneses será a substituta Nordiman Ribeiro a frente da Delegacia Geral da Polícia Civil do Estado do Maranhão.

A nomeação da delegada Maria Cristina deverá ser publicada na próxima segunda-feira, 07, no Diário Oficial do Estado.

Maria Cristina foi escolhida para ocupar o cargo pela sua experiência profissional como funcionária concursada de carreira. É formada no curso de Direito em Goiás, pela Universidade Federal daquele estado.

Há 10 anos, entrou na Polícia Civíl do Estado do Maranhão sendo uma das primeiras delegada especial da Mulher em Bacabal.


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Poder

Weverton Rocha é acusado de integrar esquema do Ministério do Trabalho

Da Folha

Weverton Rocha com o ministro do Trabalho Carlos Lupi

Weverton Rocha com o ministro do Trabalho Carlos Lupi

Integrantes do Ministério do Trabalho cobrariam propina para liberar repasses para organizações não governamentais, diz reportagem da revista “Veja” desta semana.

De acordo com a publicação, funcionários e ex-funcionários de órgãos de controle da pasta exigiriam comissão de 5% a 15% do valor dos convênios para resolver “pendências” nos contratos.

Ontem, depois de publicada a reportagem, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) determinou a abertura de uma investigação interna e afastou o coordenador-geral de qualificação da pasta, Anderson Alexandre dos Santos.

Santos e o deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA), que até outubro era assessor especial de Lupi, são apontados pela revista como integrantes do esquema de extorsão. Os dois não foram localizados ontem.

Uma das ONGs que aparecem na reportagem é o Instituto Êpa, do Rio Grande do Norte. Os dirigentes da ONG foram levados a Lupi pelo ministro Garibaldi Aves (Previdência), do mesmo Estado da entidade. Garibaldi confirma o encontro.

A reportagem afirma que, ao procurar a pasta, os representes das ONGs seriam informados pelos integrantes do esquema que só voltariam a receber o dinheiro se pagarem o “pedágio”.


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Maranhão

Policiais Militares reúnem para a 'Operação Padrão'

Blog do Louremar

A Associação dos Policiais Militares do Médio Mearim realiza amanhã, às 9 horas na sede da entidade, uma reunião com os associados para definir os procedimentos do dia 8 de novembro. Essa é a data marcada para o íncio da ‘Operação Padrão’, movimento reivindicatório de melhores condições salariais e de trabalho.

A decisão pela ‘Operação Padrão’ foi tomada na semana passada, durante um encontro na sede da Federação dos Trabalhadores da Indústira do Estado do Maranhão (Fetiema). Indignados com o fato de o Governo do Estado não ter incluído a reparação das perdas salariais no orçamento para o ano de 2012, os policiais se reuniram com as entidades e a liderança do coronel Ivaldo Barbosa. Ivaldo é o único oficial superior da ativa que se manifestou a favor das reivindicações.

Reivindicações

Além das perdas salariais, no índice de 30%, os militares cobram a cumprimento do escalonamento vertical. O escalonamento é o índice que estabelece os parâmetros para o salário do soldado ao coronel. Mesmo o assunto já tendo transitado em julgado a favor dos militares, o Governo ignora o assunto. Os militares reivindicam também jornada de trabalho de 44 horas semanais e novos critérios para a Promoção.


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Poder

O Maranhão francês sempre foi forte e líder

Por Antônio Noberto

Antônio Noberto

Antônio Noberto

O Maranhão é pioneiro. Ainda nos anos mil e quinhentos, a Ilha Grande, então Upaon-Açu, era o principal porto e lugar de comércio do Brasil setentrional. Nativos e estrangeiros, principalmente franceses, comercializavam e patrocinavam uma linha quase regular de navegação “entre Dieppe e a Costa Leste do Amazonas”. No último quartel daquele século, o que era apenas um posto de comércio, sem maior raiz, tornou-se morada definitiva dos corsários gauleses, vindos de Dieppe, Saint-Malo, Havre de Grace e Rouen, que aqui deixavam seus trouchements (tradutores) que viviam simbioticamente com os tupinambás (escreve-se sem “s” mesmo). Entre estes estava David Migan, o principal líder francês desta época. Ele era o “chefe dos negros” (índios) e “parente do governador de Dieppe”. Tinha a seu dispor cerca de vinte mil guerreiros silvícolas e residia na poderosa aldeia de Uçaguaba (atual Vinhais Velho), apelidada de Miganville. Vale lembrar que, nesta época, o último reduto português era a fortaleza do Natal, edificada em 1599 por Mascarenhas Homem com a participação de Jerônimo de Albuquerque. Todo o Brasil setentrional estava completamente abandonado pelo colonizador luso e, portanto, nas mãos de comerciantes de outras nações, aí também incluídos ingleses, holandeses, espanhóis, escoceses, dentre outros. Este abandono fez o historiador maranhense João Lisboa declarar no livro Jornal do Tímon que os franceses não invadiram o Maranhão. Eles ocuparam uma terra vaga, desabitada, e que os donatários régios de Portugal e Espanha estavam sujeitos às penas de comisso, pois já se passara mais de um século sem as terras terem sido ocupadas. Na virada do século, segundo o padre e cronista Luis Figueira, que escreveu sua penosa saga na Serra de Ibiapaba, os franceses no Maranhão contavam, inclusive, com “duas fortalezas na boca de duas grandes ilhas”. Uma destas fortificações, por certo, era o Forte do Sardinha, localizado no atual bairro Ilhinha, nos fundos do bairro Basa em São Luís. Esta, em mãos portuguesas, foi nomeada de Quartel de São Francisco, que deu nome ao bairro. Servia de proteção ao lugar, em especial, a Uçaguaba, reduto de Migan.

Os corsários franceses deste período não descansavam. Jacques Riffault, Charles des Vaux, David Migan e Adolphe de Montville, na companhia de centenas de outros navegadores e selvagens de diferentes tribos, se faziam presentes nos mais diversos recantos do Norte e Nordeste brasileiro, geralmente entre o Potengi e o Amazonas. O interior do Maranhão era bem conhecido por eles. O Mearim, Itapecuru, Munim, Grajaú, Tocantins e tantos outros eram vias utilizadas que ligavam o interior maranhense com o litoral e a Europa. Nos outros recantos, a história faz menção a eles no constante comércio com os potiguaras, no porto do Rifoles – na margem direita do Rio Potengi, onde foi construída a Base Naval Brasileira em 1941, nomeada inicialmente de Base Naval do Rifoles –; nos dois ataques à Fortaleza do Cabedelo, na Paraíba, realizadas em 1591 e 1597. Nesta última, Migan foi gravemente ferido, mas sobreviveu. Foram eles que fundaram o núcleo urbano de Viçosa do Ceará, sendo que a cidade ainda hoje conserva os topônimos do legado francês. As duas principais ruas da cidade são: José Siqueira ou Rua Paris e Rua Pedra Lipse, que acessa o principal ponto turístico do município, a Igreja do Céu. O Pará e o Rio Amazonas eram lugares bem conhecidos destes navegadores. Quando Francisco Caldeira Castelo Branco partiu do Maranhão para fundar Belém (1615) levou consigo Des Vaux e Rabeau para auxiliarem na navegação e nos primeiros contatos com os índios de lá.

No período fundacional a liderança continuou, desta feita, em mãos oficiais, através dos Generais Daniel de La Touche de La Ravardière, François de Razilly e Nicolas D’harlay. No Maranhão e terras vizinhas não se fazia guerra a outras tribos sem a aprovação dos ditos generais. A partir da França Equinocial o Maranhão passou compreender parte do Ceará (desde o Buraco das tartarugas – Jericoacoara), o que foi referendado pelo governador geral do Brasil e, poucos anos depois, quando da divisão do Brasil, em 1621, estendendo o território até o Mucuripe, serviu de marco para a criação do Estado do Maranhão, com capital em São Luís compreendendo ainda o Ceará e o Grão-Pará. Tal divisão era praticamente igual aos limites extra-oficiais do empreendimento capitaneado por La Ravardière.

Hoje estes lugares freqüentados pelos franceses fazem marketing de graça para o Maranhão, pois conservam esta história através da literatura e do turismo. Na Fortaleza de Santa Catarina (antigo Forte do Cabedelo-PB) nos panfletos distribuídos aos visitantes, constam os ataques franceses ao lugar. Em Viçosa do Ceará (lembre-se que o Ceará não nasceu no litoral, mas em Viçosa em razão das investidas gaulesas ao local) os principais livros de história são fiéis a este momento. De um deles transcrevemos: “a ocupação de Viçosa teve início quando os franceses vindos do Maranhão em 1590… estabeleceram um núcleo urbano com o apoio das tribos da Serra Grande”. Em Belém, no Forte do Castelo, marco inicial do estado, hoje transformado em museu, um dos painéis mostra a precedência de Daniel de La Touche na região, o estabelecimento da França Equinocial para, em seguida, surgir a capital paraense.

E não parou por aí. No século XIX França e Inglaterra ditaram muito dos modos e costumes dos maranhenses, que mantinham com seus gostos e gastos duas colônias estrangeiras. Vivia-se o conforto inglês e o luxo francês. Muitos comerciantes afluíam de diversas regiões para comprar “o que de mais novo chegava de Paris no último vapor”. O comércio caminhava a reboque dos ideais iluministas que faziam a cabeça da população. E esse modelo alienista foi implantado porque os jovens das famílias abastadas “iam, não raro, formar-se na Inglaterra e na França” (SPIX e MARTIUS, 1981, p.246), prevalecendo, contudo, o modo de vida copiado de Paris.

Era de São Luís que “exalavam os ares de civilização” para toda a parte norte do Brasil, pois não era de se admirar que os estrangeiros a vissem como a quarta cidade brasileira, “a Princesa em meio à Plebe das cidades nortistas.” (TOURINHO, 1990, p.23), e para onde inúmeros visitantes, com os mais diversos interesses, afluíam. Por conveniência, citamos o que nos conta George Gardner em seu livro “Viagem ao Interior do Brasil”, onde menciona que um amigo seu, vindo de Oeiras, então capital da Província do Piauí, “embora major do exército era negociante e tinha vindo comprar mercadorias européias” em São Luís.

Nossa história, por si só, responde a alguns questionamentos sobre o perfil histórico dos maranhenses, em especial, dos ludovicenses. Tanto luxo e abastança têm raízes muito antigas, não é de hoje. Não é à-toa que temos o casario mais pomposo do Brasil colonial. Refiro-me não a quantidade, mas a qualidade dos edifícios. Observemos os de Recife e Salvador, por exemplo. Não é por acaso que novelas (Da cor do pecado) e filmes (Carlota Joaquina), que retratam o período colonial, foram gravados em São Luís. O coroamento de tudo isto veio na frase do francês Paul Adam no início do século passado ao chamar São Luís de “A cidadezinha dos palácios e porcelana” – La petite ville aux palais de porcelana.

Nas últimas décadas, mesmo sem apoio governamental, esta história insiste em não morrer. Como certa vez disse o historiador Mário Meireles “A maior presença de franceses em São Luís é a prova material de que a França Equinocial nunca acabou”.

Com tantas possibilidades de geração de emprego e renda através da história e do turismo, é contraditório andarmos “com o pires na mão” mendigando a demanda alheia, como se fôssemos um não lugar, sem história e sem rumo.

O quadricentenário é o melhor momento para resgatarmos nosso papel de líder, ao menos no cenário regional. São Luís tem plenas condições de ter políticas de turismo próprias, trabalhando em parceria, porém sem esquecer que o cetro da liderança continua a nosso dispor. A um estalo de dedos.

Um pouco de visão e coragem poderá fazer toda a diferença.

Antônio Noberto
Pesquisador, consultor em turismo, Membro do Conselho diretor da Aliança Francesa de São Luís.


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Poder

Socorro Waquim engana vice-prefeito e lançará sobrinho

Socorro e Edivar assinando ficha de filiação do PMDB

Socorro e Edivar assinando ficha de filiação do PMDB

A desastrosa administração da prefeita Socorro Waquim (PMDB) tem dificultado seu avanço no campo político. Enquanto algumas cidades vizinhas já existem uma definição do candidato a sucessão do chefe do executivo local, em Timon se arrasta há dias.

Fizeram todos os tipos de manobras, até que conseguiu concentrar os três pré-candidatos a prefeito de Timon no PMDB, o secretário municipal de Meio Ambiente, Irmão William, o presidente da Câmara de Vereador, Tales Waquim (sobrinho do deputado Sétimo Waquim), e o atual vice-prefeito e secretário municipal de Ação Social, Edivar Ribeiro (ex-PRP).

Em Timon é comum se ouvi, que o indicado será Tales Waquim, pelo simples fato do elo familiar, o inverso dificilmente algum timonense ouse em acreditar que o nome do vice-prefeito Edivar será indicado.

Edivar Ribeiro, o excluído

Thales Waquim

Thales Waquim, sobrinho da prefeita

Nos últimos dias vazou a informação que o vice-prefeito Edivar Ribeiro teria sabido da nomeação de Josenilde Gedeon, esposa do vereador Kenedy Gedeon (PRP), na diretoria Administrativa do Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco, no lugar do suplente de vereador Neto da Educação indicado pelo casal Waquim, e não teria avisado a prefeita Socorro do fato, isso teria sido a gota d’água que faltava.

Esse fato acabou com a pequena chance que Edivar teria, e não faltou gente pra dizer a Socorro Waquim, “tá vendo, antes de ser prefeito ele faz isso”. Outro fato que ocorreu na cidade de Graça Aranha, foi que o deputado Sétimo Waquim disse a um deputado estadual do PMDB nas festividades do aniversário da cidade. “Conseguir colocar o vice-prefeito (Edivar Ribeiro) no PMDB, agora ta fácil”, afirmou Sétimo. Não se tem outra conclusão de que o vice-prefeito está sob as “rédeas” do casal Waquim, e que se quiser romper não poderá ser candidato.

O fato vem se consumando nos últimos dias, os partidos tidos como controlado pela prefeita, como é o caso do PSL, presidido pelo secretário de Finanças, Carlão declarou apoio oficial ao sobrinho da prefeita, vereador Tales Waquim, e o próximo a declarar apoio será o PV, que tem a frente o subsecretário de Urbanismo, Chaguinha.

Nos próximos dias mais partidos irão declarar apoio ao vereador Tales Waquim, a agenda da declaração de apoio já está feita, só que não sabe é Edivar Ribeiro.


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Poder

Requerimento poderá complicar prefeito de Buriticupu

A Câmara Municipal de Vereadores de Buriticupu aprovou nesta sexta-feira, 04, requerimento nº 032/2011 para que sejam disponibilizadas as contas do executivo municipal referentes aos anos de 2008, 2009 e 2010, ou seja, praticamente todo o mandato.

A motivação deste requerimento é consequente aos atos de improbidade administrativa, segundo o Ministério Público, cometidas pelo prefeito de Buriticupu, Antônio Marcos de Oliveira, o “Primo” (PDT).

Há informações que a Câmara pretende cassar o mandato após aprovação deste requerimento e análise das contas.  Antônio Marcos, poderá se complicar quando expuser contas da prefeitura a disposição da Câmara de Buriticupu.

Ao que parece, Primo, como é conhecido, poderá ser novamente notícia nacional, de forma negativa. É só aguardar…


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Poder

Tribunal derruba liminar que anulava 13 questões do Enem

O TRF-5 (Tribunal Regional Federal da 5ª região), com sede em Recife (PE), suspendeu nesta sexta-feira a liminar da Justiça Federal no Ceará que anulava 13 questões do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em todo o país.

De acordo com a decisão, só serão anuladas as questões para os 639 alunos do Colégio Christus, de Fortaleza. Desse modo, a nota desses estudantes será recalculada. O MEC ainda não se pronunciou.

A decisão foi tomada pelo presidente do tribunal, Paulo Roberto de Oliveira Lima. O recurso contra a liminar (decisão temporária) foi impetrado ontem pela AGU (Advocacia Geral da União).

O MEC (Ministério da Educação) havia cancelado toda a prova dos alunos da escola de Fortaleza (CE), que teriam tido acesso antecipado as 13 questões, por meio de uma apostila distribuída dez dias antes do Enem.

A decisão de anular as questões em todo o país foi tomada segunda-feira (31) pela Justiça Federal no Ceará, atendendo pedido do Ministério Público Federal no Estado. Para o procurador Oscar Costa Filho, ao cancelar as provas apenas para um grupo de alunos, o MEC tratou de forma regional um problema nacional.

Da Folha


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Poder

Veja a marginalidade da Polícia Militar ao matar trabalhador

O pedreiro José de Ribamar perdeu a vida por causa de R$ 10,00 reais.

Pedreiro baleado é arrastado por Políciais

Pedreiro baleado é arrastado por Políciais

Um vídeo divulgado na internet mostra a marginalidade cometida por policiais da Policia Militar do Maranhão.

A motivação do ato criminoso de bandidos que ainda servem a corporação sem ao menos passar por treinamentos adequados, mostra a verdadeira face do sistema de segurança deste estado.

O pedreiro José Ribamar Vieira Batista, 49 anos, foi perseguido por policiais após não ter pago R$ 10 reais ao abastecer seu carro Montana num posto de combustível na Cidade Operária. Na fuga, o pedreiro foi assassinado com cinco tiros disparados com requinte de crueldade por marginais de utilizam a farda da Polícia Militar do Maranhão em total despreparo como mostra abaixo o vídeo:

Entenda o caso – José de Ribamar Vieira Batista, 45 anos, morador do bairro Cidade Operária, foi assassinado durante perseguição policial. O fato ocorreu na avenida Lourenço Vieira da Silva, próximo do bairro Forquilha. A vítima dirigia um veículo Montana, de cor prata, sem placas. Abasteceu R$ 10,00 reais em um posto de gasolina, localizado na estrada do Maiobãode e fugiu sem efetuar o pagamento.

No momento, o frentista acionou a guarnição da polícia militar que saíram em perseguição ao pedreiro. Ele fugiu pela avenida Lourenço Vieira da Silva. Na fuga, José de Ribamar acabou colidindo com uma caçamba, Ao tentar fugir, resolveu dar uma ré e acabou batendo em uma moto da Polícia Militar do Maranhão.

Os PMs alcançaram e deram voz de prisão. Na tentativa de fugir novamente, foi baleado de forma incorreta. O pedreiro chegou a ser conduzido ao hospital Clementino Moura, o Socorrão II, e acabou não resistindo aos tiros e morreu na segunda-feira (30) por causa de R$ 10 reais. Absurdo!


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Maranhão

Regeama denuncia falta de transparência na CONSOCIAL

Blog do Louremar

Falta transparência na realização das Conferências de Transparência e Controle Social no Maranhão. A denúncia é da Rede de Gestão Ambiental do Maranhão, Regeama. As Consocial Regionais e Estadual são uma prévia para a 1ª Conferência Nacional que representa um marco para o fortalecimento da relação entre governo e sociedade no controle da gestão pública no Brasil.

A Regeama enviou à Imprensa, cópias da correspondência mantida entre uma das conselheiras da entidade, Auridenes Matos e o Dr. Jorge Hage, ministro da Controladoria Geral da União. Via e-mail ela denunciou que os movimentos e entidades mais críticos foram esquecidos. Ela afirmou ao ministro que nas reuniões de mobilização nos municípios, a maioria dos participantes eram pessoas do Poder Público local e as poucas entidades da sociedade civil eram ligadas ao poder público.

Para o ministro Jorge Hage, “tudo transcorre dentro da normalidade”. Via e-mail ele respondeu à Regeama “As reuniões da COE, conforme relatos que nos são enviados, têm sido abertas ao público e estão sendo divulgadas na internet, como se verifica por registros da própria Auditoria-Geral do Estado. Além disso, as reuniões estão sendo divulgadas também em redes sociais e blogs, sendo um dos mais informativos o do colega Welliton Rezende (blogdocontrolesocial.blogspot.com), que relata com detalhes a ocorrência de várias reuniões em todas as regiões do estado”.

A representante da Regeama, discorda das colocações do Ministro. Diz que as redes sociais não foram disponibilizadas para as entidades. Sobre o blog citado pelo ministro a conselheira afirma: “ele não está entre os mais acessados, sendo que é um blog pessoal, não é jornalístico. Esse negócio de blog pessoal é muito complicado, haja vista que o tema da Consocial é de interesse amplo, coletivo e irrestrito, e muitas vezes a questão pessoal está mais direcionada para ‘situações municipais locais’.

Problemas de divulgação em Imperatriz e Açailândia

A conselheira da Regeama cita os casos de Imperatriz e Açailândia. Na primeira cidade, os representantes indígenas ignoravam durante todo o tempo as reuniões de mobilização da Comissão Organizadora local. Em Açailândia, o Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos ( CDVDH) foi informado da reunião de mobilização um dia antes de acontecer. Auridenes Matos Regeama questiona: “qual o órgão do Executivo que quer transparência na gestão pública?” Ela afirma que somente estão isentas de serem manipuladas, as Conferências livres de Quilombolas e Indígenas, em Bacabal (Quilombo Catucá). Essas são articuladas pela Regeama diretamente com povos e comunidades tradicionais e não há risco de serem manipuladas pelo poder público.

A conferência de Bacabal é um exemplo de falta de Transparência

Aspecto da conferência. Foto a partir de imagem da TV Mirante

Aspecto da conferência. Foto a partir de imagem da TV Mirante

A Consocial realizada em Bacabal, no dia 28 de outubro, é um exemplo do que denuncia a Regeama. O evento não comprometeu as entidades mais representativas, não foi divulgado como deveria. O próprio Promotor que se fez presente, afirmou ter recebido o convite poucos dias antes.

O evento estava com início previsto para as 8 horas da manhã. Até 9h15 ainda não havia começado, o promotor Márcio Cruz usou da palavra, alegando que tinha outros compromissos que estavam prejudicados com o atraso. Quando começou a tecer críticas à organização foi interpelado e forçado a terminar seu pronunciamento. O Promotor se retirou do local. A advogada Andrea Furtado, representante da OAB, também se abandonou a Conferência indignada.

Veja o relato publicado também no blog do fotógrafo Jeremias.

A Regeama atribui o episódio à dificuldade que muitos Promotores de Justiça tem de dialogar com as entidades “Muitos Promotores de Justiça necessitam em caráter de urgência, aprender a dialogar com as entidades, redes e movimentos sociais. Isso é cidadania, é salutar, é importante, é urgente!”, assinala a entidade em nota distribuída à Imprensa.

A entidade enviou no início do mês de novembro um reqeurimento solicitando ao Promotor que sugerisse e cobrasse da organização municipal mais transparência na mobilização para a realização da Consocial. E afirma não terem obtido resposta do representante do Ministério Público.


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