Judiciário

Absurdo! Pistoleiro que matou Décio Sá não é julgado e prescreve acusação de tráfico de drogas

Jhonatan Silva durante reconstituição da morte de Décio Sá

Jhonatan Silva durante reconstituição da morte de Décio Sá

Assassinado há três anos em São Luís, em um bar na Avenida Litorênea, o jornalista Décio Sá foi morto com cinco tiros. O crime, que ganhou repercussão internacional por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), foi cometido após denúncias de um esquema de agiotagem, que envolvia mais de 40 prefeituras do Maranhão, jornalistas, policiais, blogueiros e agiotas.

O assassino confesso do jornalista, Jhonatan de Souza Silva, foi preso no bairro Miritiua, no município de São José de Ribamar, em 2012, com nove quilos de crack e duas armas de fogo, uma pistola ponto 40 e uma espingarda 12.

Acontece que Jhonatan ficou livre da acusação de tráfico de drogas e entorpecentes, em uma decisão assinada pelo juiz da 2ª Vara Criminal do Termo de São José de Ribamar, Antônio Fernando dos Santos Machado.

O acusado é réu confesso de outros assassinatos, não só no Maranhão, mas no Pará e Piauí. Ele praticava crimes encomendados, como o do empresário Fábio Brasil, em Teresina. Crime cometido pouco antes do de Décio Sá, que havia feito uma postagem sobre o assassinato do empresário em seu blog, citando os possíveis envolvidos no crime.

Jhonatan Silva foi condenado a 25 anos de prisão pela morte do blogueiro e só por isso não pode ser solto.

Alvará de soltura por tráfico de drogas

Alvará de soltura por tráfico de drogas


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2 comentários em “Absurdo! Pistoleiro que matou Décio Sá não é julgado e prescreve acusação de tráfico de drogas”

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  1. Ana 65

    Simone Limeira x Uirauchene Soares: interpretações possíveis
    Publicado em 21 de julho de 2015 por gilbertoleda
    propinaHá pelo menos duas interpretações possíveis de um dos diálogos da assessora especial do Governo do Estado Simone Limeira (PCdoB) com o líder indígena Uirauchene Soares.

    O trecho disponibilizado acima foi encaminhado ao blog pelo índio.

    A leitura óbvia leva à crença de que a assessora do governador Flávio Dino (PCdoB) estaria justificando um pedido de propina pelo fato de receber não mais que R$ 6 mil por mês como servidora estadual.

    Ocorre que, pelo menos aparentemente, há algum trecho do diálogo que fora suprimido da tela capturada – pelo menos foi o que sustentou um advogado de Limeira em contato com o blog, na noite de ontem (20).

    De fato, há dois interstícios entre as intervenções da comunista: um de mais de cinco horas, outro de dez minutos. E, então, não se pode dizer o que Uirauchene poderia ter respondido nesse intervalo.

    simoneÉ o que dá vazão à segunda interpretação: Simone Limeira estaria pedindo não “ajuda” financeira, mas compreensão dos indígenas, tentando justificar que nem tudo é movido a dinheiro.

    Para defender sua tese, ela mostra seu próprio exemplo: dona de patrimônio quase milionário – declarou R$ 895 mil em bens na eleição do ano passado (R$ 500 mil só em cabeças de gado) – aceita receber não mais de R$ 6 mil em porque acredita no Governo.

    São interpretações possíveis, diante de um caso que ainda precisa de explicações mais claras…

    Publicado em Sem categoria | Comentar
    PROPINA? Assessora do governador representou o Estado em negociação com indígenas
    Publicado em 21 de julho de 2015 por gilbertoleda
    2
    Simone Limeira é acusada por Uirauchene Soares de cobrar (e receber) propina para agilizar pagamento de transporte escolar indígena; em nota, Secom diz que assessora do governador “não tem nenhum poder decisório”; mas ela representou o Estado em negociação com índios de Grajaú

    simoneSuplente de deputada estadual e virtual candidata a prefeita de Grajaú, a assessora especial do Governo do Estado Simone Limeira (PCdoB) se viu, ontem (20), no meio de uma grave acusação de recebimento de propina, feita pelo líder indígena Uirauchene Soares.

    Diz ele ter pago R$ 8 mil (em duas parcelas de R$ 4 mil) para que a comunista viabilizasse a finalização de um processo de pagamento de milhões a uma empresa que presta serviço de transporte escolar indígena em aldeias do Maranhão. A empresa teria ligações com o próprio Uirauchene.

    A denúncia foi feita inicialmente no blog do Diego Emir e já replicada em vários outros sites. Ao Blog do Gilberto Léda um advogado da assessora de Flávio Dino (PCdoB) declarou que sua cliente alega que as conversas de Whatsapp repassadas por Uirauchene tiveram trechos suprimidos.

    Diz ele, ainda, que Simone não sabia das transferências, estas feitas para uma conta Pessoa Jurídica, que ela quase nunca acessa.

    Feito este preâmbulo, passemos à nota oficial da Secretaria de Estado da Comunicação (Secom), que, mais uma vez, parece tentar se antecipar aos fatos e acaba cometendo equívocos – algo parecido com o que foi visto na ocasião da execução de Irialdo Batalha, em Vitória do Mearim (reveja).

    No caso da suposta propina, a Secom apressou-se em dizer que “a servidora Simone Limeira não tem nenhum poder decisório sobre a questão do transporte escolar indígena, que tramita na Secretaria de Educação e na Procuradoria Geral do Estado” (leia aqui a íntegra do comunicado oficial).

    Ao que parece, o Executivo não confia muito na versão da aliada e já prepara o terreno para, em caso de confirmação do ilícito, escapar ileso do desgaste de mais um escândalo.

    Ocorre que a declaração oficial da comunicação do governador Flávio Dino não condiz com os fatos.

    Ora, se Simone Limeira “não tem nenhum poder decisório sobre a questão do transporte escolar indígena” por que foi ela a encarregada de negociar com esses mesmos índios, no final do mês de maio, quando servidores da Seduc foram mantidos reféns na Aldeia Apertado/Matusalém, terra indígena Bananal, em Grajaú?

    A assessora foi ao local num helicóptero do GTA (imagem acima) e, em entrevista ao Grajaú de Fato, no momento da sua chegada, tratou de mostrar o poder que tinha para resolver os assuntos com os indígenas.

    “Estamos aqui representando o governo do povo e do desenvolvimento do Maranhão, para resolver problemas deixados pelo governo passado. São reivindicações da população indígena para melhorar suas condições de vida, entre elas, a abertura de uma escola na Aldeia Bananal”, afirmou.

    É claro que Simone Limeira pode ainda ter uma boa explicação para a denúncia que pesa contra ela nesse momento – o blog a procurou ainda na tarde de ontem para tratar do assunto, mas ela disse apenas que não tinha conhecimento do fato. O Governo do Estado, no entanto, parece não acreditar muito nisso, e, ao que tudo indica, já trabalha pensando em como não ter sua imagem arranhada no caso.

    Aguardemos os desdobramentos…

    Publicado em Corrupção, Governo, Governo Flávio Dino

  2. Célio Brás

    Vai estudar blogueiro. Desde quando Alvará de Soltura quer dizer absolvição ou que o crime prescreveu?
    Ele recebeu Alvará por excesso de prazo para conclusão da ação penal, mas o processo continua. Não ganhou realmente sua liberdade porque tem outros processos com prisão decretada. Eita mas vocês blogueiros acham que sabem tudo, AFF!!!

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