Educação

Professores do Programa Segundo Tempo cobram salários atrasados à Seduc

Além das pendências salarias, os professores que atuam como monitores no PST queixam-se também dos baixos valores pagos pelo Governo do Estado aos profissionais.

segundo tempo

Professores de Educação Física que atuam no Programa Segundo Tempo (PST) reclamam dos salários atrasados. A pendência financeira ocorre desde novembro de 2015, conforme denúncias recebidas pelo Blog.

Além das pendências salarias, os professores que atuam como monitores no PST queixam-se também dos baixos valores pagos pelo Governo do Estado aos profissionais. Eles recebem uma média de R$ 450 mais um vale de R$ 70.

A situação demonstra uma falta de respeito do Governo com a categoria, que além de ganhar uma mixaria ainda recebe com muito atrasado. Os professores de Educação Física do Programa Segundo Tempo estão indignados. Eles relatam que procuraram o adjunto da pasta de Educação, diversas vezes,mas não obtiveram nenhuma resposta satisfatória, apenas embromações.

O Programa Segundo Tempo é uma ação do Governo Federal que tem por objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura do Esporte de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens, como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.

No Maranhão, o Programa é realizado em 150 núcleos, distribuídos nos quatro municípios da Região Metropolitana: São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar. Cerca de 15 mil crianças e adolescentes da rede pública de ensino, com idade entre 6 e 17 anos são beneficiados no Estado.

Mas, com tamanho desrespeito aos profissionais que atuam no Projeto no Maranhão, as ações podem ser interrompidas.

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