Crime

Polícia vasculha escritórios de advogados acusados de fraude no DPVAT

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em dois escritórios de advocacia, sendo um no Helder Aragão Advogados Associados e outro no Luis Francisco Martins França Júnior, localizado no Vinhais.

IMG-20160219-WA0035

Policiais em frente ao Escritório Hélder Aragão Advogados e Associados no momento da operação Hidra.

A Polícia Civil, por meio da Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção, e com apoio de equipes Superintendência Estadual de Investigações Criminais, deu inicio na manhã desta sexta-feira (19) à Operação Hidra, que visa identificar e individualizar a participação de advogados no esquema de recebimento fraudulento do seguro DPVAT.

Segundo informações policiais, a ação é um desdobramento da operação Asclépio que investigou um esquema criminoso na elaboração de laudos periciais feitos por médicos legistas lotados no IML de São Luís, naquela ocasião foram presos e afastados de seus cargos alguns dos médicos investigados.,

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em dois escritórios de advocacia, sendo um no Helder Aragão Advogados Associados, no Cohafuma, e outro no Luis Francisco Martins França Júnior, localizado no Vinhais.

Além desses, os policiais cumpriram mais 5 ordens judiciais em cinco residências situadas em Panaquatira, Parque Shalom, Geniparana e Maioba, com objetivo é obter documentos relativos ao recebimento do seguro. A investigação não se restringe aos alvos objeto da busca de hoje e é possível que haja o envolvimento de outros escritórios.

De acordo com o delegado Márcio Dominici, que está a frente da ação, a operação foi denominada com esse nome, pois hidra é um animal da mitologia grega com várias cabeças de serpente, sendo uma delas imortal, e corpo de dragão. Era conhecida como “Hidra de Lerna”. O seu sangue assim como o seu hálito era venenoso. Se suas cabeças fossem cortadas, elas voltavam a nascer.

1455877956-950968324

Policiais vasculhando escritório de advocacia.


Acompanhe o Blog do Neto Ferreira também pelo Twitter™ e pelo Facebook.

Um comentário em “Polícia vasculha escritórios de advogados acusados de fraude no DPVAT”

Se quiser fazer uma citação desse artigo no seu site, copie este link

  1. JOÃO MATA GEREBA

    Com informações privilegiadas, prefeito interino de Anajatuba vira fotógrafo

    image1
    Caminhonete que estava o prefeito interino de Anajatuba evadiu-se quando percebeu que os funcionários do escritório o reconheceram.
    Na manhã desta sexta-feira (19), durante cumprimentos de mandatos de busca e apreensão decorrentes da Operação Hidra, que visa identificar e individualizar a participação de advogados no esquema de recebimento fraudulento do seguro DPVAT, algo estranho aconteceu no momento que a Polícia Civil chegou no escritório de advocacia Helder Aragão Advogados Associados, pertencente ao prefeito afastado de Anajatuba.
    Quando os policiais estavam de saída do local, uma pickup Toyota Hilux, cor prata, de placa NXG-3028, parou na frente do escritório que fica localizado no bairro do Cohafuma, em São Luís. Uma pessoa de dentro do veículo fazia registro fotográfico, certamente, para fins de sensacionalismo da imagem de Helder Aragão em parte de blogs da capital.
    Funcionários do escritório observaram a cena estranha pelo circuíto interno de câmeras e se aproximaram do carro numa posição estratégica, quando chegaram perto, a surpresa: dentro do veículo além do motorista, o prefeito interino Sidney Pereira.
    Quando percebeu que foi identificado, o atrapalhado vice-prefeito que está no comando do executivo municipal graças a uma decisão judicial, saiu em disparada. No entanto, os funcionários do escritório conseguiram flagrar o momento “fuga”.
    Nesse imbróglio todo, ficam duas indagações:
    – Se a atuação da polícia, até então, era sigilosa, como Sidney sabia o exata momento que os agentes estavam no escritório de seu “arqui–adversário” político?
    – Seria informações privilegiados de “alguém” ou pura mania de perseguição política?

Deixe um comentário:

Formulário de Comentários