Crime

Lava Jato prende 3 ex-deputados; nova fase investiga contratos da Caixa e Saúde

PF deflagrou 11ª fase da Operação Lava Jato nesta sexta-feira (10). Irregularidades ocorreram em contratos de publicidade, segundo a polícia.

Do G1

André Vargas no plenário da Câmara em abril de 2014 (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

André Vargas no plenário da Câmara em abril
de 2014 (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

A Polícia Federal (PF) afirmou que a 11ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira (10), tem ligação com fraudes que vão além da Petrobras. Existem indícios de irregularidades em contratos publicitários da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Ministério da Saúde.

Sete pessoas foram presas, entre elas três ex-deputados Luiz Argôlo (SDD-BA), Pedro Corrêa (PP-PE) e André Vargas (sem partido). Dezesseis mandados busca e apreensão também foram expedidos pela Justiça para a ação da PF. Até as 11h30, apenas dois ainda não tinham sido cumpridos. Nove mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para prestar depoimento, também foram cumpridos durante a manhã.

Esta fase da operação foi batizada de ‘A Origem’. O nome, segundo a PF, se deu em virtude do cumprimento de dois mandados em Londrina, cidade onde morava Alberto Youssef e onde iniciaram as investigações da Lava Jato. Segundo o Ministério Público Federal, o doleiro Youssef é ponto em comum com estas investigações.

“Em resumo, a 11ª fase abrange três grupos vinculados a ex-agentes políticos. Em alguns casos já existiam investigações em andamento aqui em Curitiba”, disse o delegado Márcio Ancelmo Lemos.


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