Crime

Pistola usada para executar Décio Sá pode não ter sido jogada no mar

“O exame de balística é 100% seguro. Se esta arma não tiver sido jogada no mar, vamos saber”, disse o Diretor do Icrim.

Décio Sá

Décio Sá

Os peritos do Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim-MA), estão trabalhando a todo vapor para tentar comprovar que a pistola .40 utilizada para matar Décio Sá, na Avenida Litorânea, não foi jogada ao mar, conforme informou o pistoleiro Jonathan de Souza Silva.

Dispondo de um aparelho “microcomparador balístico”, os peritos focam na possibilidade de uma da pistola apreendida com o executor de Sá, que poderá ser a verdadeira .40 utilizada para cometer o crime bárbaro e hediondo.

“O exame de balística é 100% seguro. Se esta arma não tiver sido jogada no mar, com certeza vai ser encontrada”, disse Carlos Henrique de Abreu (Diretor do Icrim).

O secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, informou que os sete acusados na participação da morte de Décio Sá, em destaque o executor Jonathan teria jogado na a arma na baia de São Marcos, ao atravessar de ferryboat da Ponta da Espera(São Luís) para Cujupe. Segundo o executor, a arma foi dada pelo subcomandante do Batalhão de Coque Fábio Aurélio Saraiva.

Resultado da Perícia

O Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim) informou em resultado técnico sobre a morte do jornalista, ao total dos seis disparos que atingiram Sá, cinco foram em pontos vitais do corpo de Décio Sá.


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