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Otimismo contribui para a geração de emprego na construção civil no MA

O país começa a dar sinais de recuperação econômica após a crise. É o que revelam os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada em setembro desse ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE)

De acordo com o estudo, no segundo trimestre de 2017, equivalente aos meses de abril a junho, foi constatada a primeira mudança relevante desde o fim do ano de 2014. O crescimento atingiu a marca de 0,7 ponto percentual comparado ao primeiro trimestre do ano, os meses de janeiro a março deste ano.

Desse número, grande parte dos empregos criados foram no setor da construção civil, que é conhecido pelo potencial em gerar vagas formais – com carteira assinada em todo Brasil. Somente no estado do Maranhão, foram mais de mil novos cargos preenchidos formalmente em setembro. E este é o terceiro mês seguido de alta nos índices de contratação no estado.

Para quem deseja comprar um imóvel na planta, por exemplo. Especialistas do setor apontam que este momento de desaceleração favorece a compra, o que impulsiona o setor da construção. A tendência já é perceptível, segundo o Sindicado da Construção Civil do Maranhão (Sinduscon-MA). As vendas no primeiro semestre de 2017 ficaram 7% acima que o mesmo período de 2016, e as construções neste ano já somam 20% a mais. Esta seria a razão da alta nas contratações.

Os avanços já podem ser percebidos também no otimismo dos executivos das companhias de construção civil. O Índice de Confiança do Empresariado Industrial (ICEI-MA), um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), registrou um aumento em relação à confiança dos empresários no estado. A alta foi de 1,3% em relação ao mês anterior e mostra a melhora gradual na recuperação do setor após a crise econômica.

Os novos empreendimentos estão concentrados, em sua maioria, na região metropolitana do estado e na capital São Luís, e a perspectiva é que fiquem prontos em meados de dezembro de 2018.


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